Smash, mil Marylins

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É desconhecido de vocês, porque ainda não falei nada aqui mas assistimos, eu e Maria (aquela que costuma dormir na maioria dos filmes e seriados), bom … nós assistimos Smash. A série inteira mesmo, do começo ao fim e acompanhamos religiosamente. Maria gostou, acabei gostando, até escolhi alguns personagens como preferidos: o cara do bar, sempre me identifico com o cara do bar. Pra resumir, Smash é uma grande produção, é uma espécie de Glee para adultos (leia-se mulheres).

Smash tem como base do enredo a produção de um musical para a Brodway, esse musical tem vários braços, muita gente envolvida e muita história envolve uma produção toda de um musical, o que torna a série rica em tramas e as mulheres adoram dramas casuais de atores da brodway.

Por Maria ser uma fervorosa telespectadora -quando gosta-, tenho certeza que todos que assistiram também balbuciavam xingamentos e elogios em torcida para Karen e cia ltda. Sim Karen era a preferida. E Ivy a odiada. Eu particulamente gosto da Ivy, gosto do Derek, do Dev, da Julia … Maria queria fatiar e servir no jantar, se pudesse, todos eles.

Bom, acabou a série de menininha que eu assistia, o show está pronto e já é sucesso em todos os teatros que se apresenta. Dizem que Ivy tentou suicídio mas foi um fracasso. Abraços

The Big Bang Theory – Season Finale

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Eu ainda consigo rir, e bastante mesmo, com os episódios do TBBT.

Essa season finale foi boa demais, eles conseguiram colocar todos os personagens juntos e destacar o melhor deles, todo o momento foi uma sucessão feliz de diálogos e sacadas.

Ammy, longe de ser uma personagem carismática dessa vez estava demais. A Maria estava assistindo também e  teve dor de barriga de tanto rir com a namorada do Sheldon.

Confesso que gostava mais do Howard quando ele era aquele nerd que não pegava ninguém e pagava de pegador, era uma das coisas mais engraçadas de toda a série, mas olha, existe evolução até pro Wolowitz. E pra registro, tenho medo da mãe do cara.

Bom, indicaria a série toda, por mais que tenha altos e baixos, toda série tem, mesmo que os caras se atrapalhem um pouco, se percam no arco e com as piadas, mesmo assim, estamos falando de Chuck Lorre e ele sabe o que faz. Abraços

Foi um prazer Amelie

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Comecei a rever alguns filmes antigos, isso porque Maria é muito mais jovem do que eu, não viu quase nada das maravilhas dos anos noventa. E, talvez não pra minha surpresa, adorei rever Amelie Poulain.

Lembrei que foi a primeira trolagem no estilo “dãããããr” do século, a estátua do anão mandando fotos de todos os lugares por onde passava para o pai de Amelie que ficava sempre muito intrigado. Gargalhadas para esses momentos. Outras grandes gargalhadas para sabotagem na casa do verdureiro e nenhuma gargalhada para o final que é só mais um final de comédia romântica.

Espetáculo é o jogo de cenas, as cores … ah as cores, o cenário, o jogo de cenas, já falei cenas, os atores, é um grande filme. Quem não viu, já sabe, corre ver.

ps. Maria achou tão bom que dormiu perto do fim. Algumas pessoas não apreciam as belezas do cinema.

Parallel Parking e Happy Food animation – Yum Yum

Fico alucinado com esses videos. Do tipo que me deixa rindo pra tela.

Parallel Parking

Happy Food

Um Sonho de Liberdade

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É o filme preferido de 5 entre 10 pessoas (com mais de 34 anos), e tem motivo pra isso, é simplesmente fantástico.

Tim Robbins e Morgan Freeman conseguem uma grande empatia do público, esquecemos que são detentos, que são criminosos. O que acontece dentro daquela prisão é uma história de irmandade e poderia bem acontecer fora dela.

Logo no começo você se pega torcendo pro Andy dar uma camaçada de pau nos filhos da mãe daquele instituição e no final está torcendo pra ele mais que tudo, e contra todos os que apavoraram o cara.

Quando vc pensa que acabou, é nada, aí é que começa uma breve história que fecha o filme com chave de ouro. Excelente, corre ver!

Tintin

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Bom, vamos lá. Depois de perder alguns minutos aqui pensando em escrever no título do post “Um brinde à Tintin” decide não fazer, até pra mim ia ficar muito bobo, além de ser sem graça. Só eu mesmo tô rindo até agora. Tá, vai.

Tintin é uma surpresa muito agradável, eu e Maria vimos depois do almoço, em um domingo daqueles calmos. Filme é como vinho, o ambiente modifica a qualidade. Não acredito que fiz essa comparação hahaha.. Não está fácil hoje.

O filme te prende do começo ao fim. Você vibra com o repórter mais “foca” que conheço e o seu fiel, inteligente, perspicaz, aquele que todos queriam pra si, cão Milu.

A qualidade gráfica impressiona, é perfeito, o filme é todo muito bem montado. A história é ótima. Antes dos dez últimos minutos finais só conseguia pensar no próximo. Aguardando ansiosamente.

Fica com o trailer. Um abraço.

Sei tudo sobre Kevin

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Há alguns dias coloquei “We Need to Talk About Kevin” na wishlist, quando recebemos uma indicação de confiança. Depois de um dia agitado, colocamos pra ver. Juro que pensei que não ia aguentar, mas o filme é tão bom que me manteve acordado.

No inicio pareceu chato, mais um daqueles filmes sem sentido e eu não estava com paciência pra filmes cansativos. Porque com paciência e amor qualquer coisa fica atraente e como não era bem o meu caso, me faltava um pouco de paciência, estava com uma dor terrível no ombro comecei a ver mais por amor a Maria. Me surpreendi.

Da esq. para a dir., o elenco de "We need to talk about Kevin": Ezra Miller, Tilda Swinton, Lynne Ramsay e John C. Reilly durante o lançamento do filme. (Foto: AP)

A história é comovente, prende muito os sentidos, porque é o mal estampado ali sem florzinhas ou perfume, o mal do jeito que é e em um grau assustador. O roteiro é uma adaptação de um livro que conta o massacre em uma escola, só que da perspectiva da mãe (Tilda Swinton) do moleque (Ezra Miller, que é um puta ator, muito fodão mesmo).

Assistam, esse está mais do que recomendado. É obrigação ver. Ah! Tilda Swinton, já ganhou alguns prêmios por este filme e acho uma injustiça nenhuma indicação no Oscar 2012.

Assalto ao Banco Central

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Por aqui a gente assiste filmes nacionais também e até gostamos de alguns. Maria vive citando diálogos do Sargento Fábio (Milhem Cortaz) de Tropa de Elite e eu, como sou mais velho, cito os de Carlos (Nuno Leal Maia) em Dama do Lotação. Ok!

Nessa pegada, filme nacional, decidimos assistir Assalto ao Banco Central por ser o filme do momento, um caso verídico e com uma história que desperta curiosidade. Afinal, assaltar um banco não é pra qualquer um, ainda mais do jeito que foi feito. E atenção, apesar da história ser real, alguns fatos ali são fictícios,

Play! Começou o filme, corre. Primeira cena, prisão e o bandido aparece… “-Eieiei (!?) peraí, Eriberto Leão? Tá me zoando? PQP. Tá vai, agora que já começou, vamos continuar” pensava eu enquanto o filme mostrava o cara saindo da prisão e tentando firmar um bordão fraco. Queria mesmo era saber de quem foi a ideia genial de estragar o filme logo de cara.

Segundo quadro e quem me aparece? Sargento Fábio, isso mesmo, o próprio, mas agora de sargento foi promovido a chefe de gangue do assalto. E aí segue assim, contanto a história do assalto, o buraco, como disfarçaram a parada e levaram mais de 160milhões por um túnel feito embaixo do cofre do banco.

A direção é de chorar, um vai e volta sem sentido, desnecessário e pouco atraente. Pra fechar, acho que poderia ser melhor feito. Não gostei.

A Maria ficou impressionada com a história em si, toda hora dizendo que aquilo não é normal, que os bandidos são doentes, que não pode alguém achar normal ficar cavando buraco pra roubar, que eram todos loucos, insanos e quem achava aquilo normal também era. Eu, no caso. Tchau.

O dia antes do fim

MARGIN-CALL

Assistimos Margin Call e quase dormi. Tô ficando velho, fico com sono nos filmes que tem que prestar um pouco mais de atenção e/ou tem um enrendo monótono. Mesmo assim, acompanhei até o final, e Maria tricotou uns minutos no começo e depois dormiu de roncar.

Kevin Spacey (Sam Rogers) e Zachary Quinto (Peter Sullivan), no meu entender, salvam o filme. O elenco é eles. Ah! Claro, ía esquecendo mas tem também Jeremy Irons (John Tud) e todo seu ar de empáfia foram primordiais para dar vida ao todo poderoso da empresa financeira.

O filme começa retratando a atual fase dos EUA, com uma onda de demissões, mais de 80% de todo um departamento (de controle de investimento) é mandando embora.

Um dos gurus desse setor é demitido e deixa para um dos seus pupilos o trabalho que havia começado, ele então caí em cima daquilo e descobre uma bomba financeira prestes a estourar. Chamam todos os bacanas e resolvem, do jeito que dá, salvar o que seria um buraco negro na economia, um prejuízo de trilhões de dólares. Bem sujinhos por sinal.

Demmi Moore gata, que mulher linda. Ela é muito linda e dá um tom colorido ao filme, podem notar, sem quase nenhuma saturação. O diretor é um novato, J.C Chandor, também escreveu o roteiro e não conheço nada dele.

Alguns diálogos são excelentes e falam tudo o que precisa saber:

Sam Rogers: A verdadeira questão é: pra quem vamos vender isso?
John Tuld: Para as mesmas pessoas que vendemos há dois anos, e quem mais quiser comprar.
Sam Rogers: Se fizermos isso, vamos matar o mercado por anos. É o fim. E estamos vendendo algo que sabemos, não tem valor.
John Tuld: Estamos vendendo para compradores dispostos a preço de mercado justo atual.

Por fim, filme sem paixão, consequentemente, esse texto sem paixão. Tchau, abraços.

Um olho na tela e outro nela

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Quando escolhi Tinker Tailor Soldier Spy pra assistir estava só pensando em ver Gary Oldman atuando. O homem que, provavelmente, terá seu talento reconhecido no Oscar desse ano, que acontece nesse mês.

Tô aqui tentando lembrar um pouco do filme pra contar pra vocês, vou fazer o possível, confesso que não prestei a atenção que deveria. Maria estava com cólicas e incomodou o filme todo querendo cuidados.

Eu estava tão concentrado, que teve uma hora que minha única preocupação era a possibilidade do celular estourar no colo e machucar a região. Tirei do colo e dei como resolvido o problema, vamos ao filme.

Um espião inglês que trabalha para a inteligência britânica, a Circus, é colocado à frente de uma investigação pra descobrir quem da cúpula é o russo duas caras, infiltrado na parada.

É isso, queria poder falar mais só que não vai dar (rs). Só sei que o filme é bom, seria melhor se tivesse conseguido ver. Tchau

Cadê peitinho?

Justin Timberlake,Mila Kunis

Ontem foi dia de Maria escolher o filme e quem está acompanhando o blog já sabe que ela tem o dedo apontado pras comédias românticas. Ontem ela ficou nessa linha mesmo e o filme no cineminha foi Friends with Benefts. Então PLAY e corre que começou.

As primeiras cenas foram tão rápidas que não deu tempo pra fazer uma piadinha que seja, daquelas sem graça avacalhando o filme. É uma chuva de frames, cortes e diálogos na velocidade 10 do créu com um único propósito, inibir os piadistas de comédias românticas.

Segue o filme, a mulher (Mila GATA Kunis) quer vender NY para um cara (Justin PÊRA Timberlake) de LA. Consegue, ficam amigos, começam a jogar tênis que pra eles é transar sem culpa ou compromisso.

Mais pra frente e mais que óbvio, a guria do filme se apaixona pelo galã do filme, porque toda mocinha de comédia romântica se derrete pelo cara-pêra de comédia romântica, faz um tipo mas morre de amores, amores de comédia romântica. E os caras, nessas comédias românticas, são extremamente interessantes, tanto e ao ponto da Maria descrever Timberlake como charmoso. Vendem bem o tal do amor.

Lá em uma certa altura do filme eles brigam, porque né? A mulher se apaixonou e começou a estipular que pra jogar as partidas de tênis teria que ter amor, com o príncipe encantado (zzzzz).

Eu vi o filme, eu não reclamei de nada do filme, o pêra tem um amigo gay que é engraçado, eu dou risada sempre com aquele ator, o cara que fez Zoombieland (Woody Harrelson), ele é bom. E Maria me diverte com os comentários mais loucos do tipo “eu tbém acredito em príncipe encantado”. Tudo bem, vi e veremos outros, não morri e nem vou. Estou aqui dizendo que nada me incomodou, só uma única coisa!

Mila, cadê peitinho? A bunda do Timberlake aparece um quadro sim e no outro tbém, mas os peitinho da Mila? CENSURA! Tchau.

Polanski na sala com um 18 anos envelhecido

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Tenho que escolher um lugar aqui em casa pra me acomodar e começar a comentar sobre o último filme de Roman Polanski, o Carnage.

Bom, vou ficar aqui pela sala, um bom lugar pra escrever e totalmente adequado pra falar desse filme, simplesmente porque todo ele foi filmado em uma sala de um apartamento.

O filme tem um tempo exato, certo mesmo, trinta segundos a mais pra acabar e eu estaria aqui falando mal, provável. Mas não. Gostei sim.

Polanski coloca dois casais dentro de uma sala para que, inicialmente, resolvam uma briga que aconteceu entre seus filhos e deixa os quatro por  ali, a sala do ap é o único cenário do filme. Lembrou muito teatro, os diálogos e alguns quadros deixam isso bem claro.

Fiquei intrigado com a velocidade que o diretor colocou no filme, o tempo acho que foi o que mais me chamou atenção, o ‘time’ das falas, das cenas, tudo se encaixou muito bem e assim funcionou, com excelência, o humor de toda a situação.

Os atores são um caso a parte e dão um espetáculo, e vou ressaltar a contracenação de  Judie Foster com Kate Winslet, quem uniu essas duas merece um beijo. Tchau.

 

ps. Maria não gostou e ficou tirando onda.

Maria escolheu o filme Crazy, Stupid, Lovzzzzz

Crazy, Stupid, Love.

Ontem foi o dia da Maria escolher filme, e sempre que pode -tá bom, nem sempre- Maria opta por filmes de comédia-romântica e gosto de assistir junto porque sempre rende alguma risada. Como se tivesse outra opção, mas beleza.

Sabem aquele ator da The Office, o Steve Carrel? Então, não gosto, acho ele muito caricato, chego a confundir com o Mister Bean. Provavelmente vou ser apedrejado por essa opinião mas os fãs da série que me perdoem, nas comédias românticas o cara é um porre.

Steve é o personagem principal que descartado pela esposa e em um momento de desespero existencial encontra um cara pegador disposto a fazer com que o cidadão, ainda com a marca do pé na bunda, encontre novamente sua masculinidade.

Aí tudo segue em um ritmo Hitch de ser, fica cansativo e a comédia que é bom e esperei pra ver, vira um dramalhão chato e que dá um baita sono. Então, a moral aqui é, só assista se for escolha de Maria. Tchau

David Fincher e a Garota da Tattoo

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Ta aí um filme que posso chamar de meu. Percebi que muitos estão gostando, mas não tem segredo, David Fincher e um roteiro de qualidade é a chave pro sucesso.

David Fincher é o carinha aquele que filmou Seven, Clube da Luta, Quarto do Pânico, entre outros e esses dias aí filmou o Rede Social, até conseguiu ganhar um Oscar como melhor diretor por contar a história do Mark. Agora ele me apronta essa belezura que nos EUA estão chamando de “The Girl with The Dragon Tattoo” e aqui no Brasil “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”.

Eu não conheço a versão sueca, também não li o livro. Alguns críticos que fizeram essas duas coisas estão elogiando o trabalho do David. Eu não duvido, óbvio.

Na história um jornalista investigativo é contratado por um figurão magnata empresarial da Suécia que é obstinado pelo sumiço da sobrinha há 40 anos. O figurão contrata os serviços de uma hacker, Lisbeth, pra levantar tudo sobre o jornalista antes de chamá-lo para trabalhar no caso e quando esse precisa de uma assistente para ajudar com a investigação, é ela que indicam. Os dois juntos formam uma dupla afudê, em todos os sentidos.

A essência da menina hacker/cheia dos problemas é espetacularmente pincelada dentro do roteiro, coisa de maluco, lindo mesmo o jeito que o diretor consegue colocar dentro do filme a história de Lisbeth para os espectadores. Já, e na minha opinião, a história do jornalista não funciona assim, não tem apelo e não chama a atenção de quem está assistindo.

Bom, minhas duas leitoras, só digo que assistam o quanto antes. Tchau e fiquem com o trailer.

ALERTA – In Time

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Nem deveria perder meu tempo falando sobre esse filme, mas me coloco aqui na obrigação de alertar vocês -minhas duas leitoras (obrigado mãe e irmã)- sobre essa porcaria que até pro Cinema em Casa é sacanagem.

A história em si é uma pérola da canastrice. O tempo nesse roteiro se transforma literalmente em dinheiro e o Timberlake é uma mistura de Robin Hood dos anos com Jason Bourne atrás de mais alguns minutos e Jack Bauer e suas 24 horas.

Eu não sei como conseguiram rodar esse filme, tem cenas extremamente mal feitas e não é um mal feito trash, está óbvio que tentaram fazer aquelas cenas sabe? Eles levaram a sério aquela filmagem e é muito ruim mesmo.

Só a participação de 3 minutos da Thirteen me alegrou um pouco, mas muito rápido. E também valeu as risadas com essas constatações babacas no meio da madrugada.

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